Candidata do PSDB confrontou Celina Leão, cobrou transparência sobre o BRB, apontou falhas nos serviços públicos e encerrou participação com recado à adversária

Paula Belmonte (PSDB) saiu do debate do Correio Braziliense, nesta terça-feira (1º), como protagonista de alguns dos principais embates da noite. A candidata ao Governo do Distrito Federal confrontou diretamente a atual gestão, cobrou respostas sobre a situação do BRB e levou para o centro da discussão problemas enfrentados pela população na saúde, educação e mobilidade.
Ao longo do debate, Paula buscou marcar a diferença entre a candidatura dela e a atual governadora do Distrito Federal. A candidata apontou falta de gestão e transparência na aplicação do orçamento e defendeu que os recursos públicos precisam efetivamente chegar à população por meio de serviços de qualidade.
Paula também protagonizou um dos embates políticos da noite ao reagir à expressão “bobo da corte”, utilizada por Celina Leão contra Ricardo Cappelli. Paula virou a provocação para o governo e afirmou que o verdadeiro desrespeitado é o cidadão, tratado, segundo ela, como se não enxergasse os problemas enfrentados diariamente no Distrito Federal.
Na educação, Paula defendeu escola integral com qualidade, maior vínculo dos professores com as unidades de ensino, atenção às famílias atípicas e uma formação que incorpore tecnologia, empreendedorismo e educação financeira.
Combate à corrupção
Paula chegou ao debate usando uma camiseta com a mensagem “Por nossas crianças, eu digo não à corrupção”, reforçando uma das principais bandeiras de sua trajetória política: o combate à corrupção e a defesa da transparência na administração pública.
Com discurso firme, críticas diretas e propostas para áreas centrais do governo, Paula encerrou o debate reforçando sua candidatura como alternativa ao atual grupo político que comanda o Distrito Federal. Nas considerações finais, Paula encerrou a participação com uma provocação a Celina Leão: “O Brasil não tem leão. O leão fica na jaula, dentro do zoológico. Aqui, não tem caça a leão, não tem caça a leoa, tem a caça à verdade.”.