Candidata ao GDF foi ao Setor O e à Guariroba e apresentou propostas para as principais demandas que ouviu

Entre bancas abertas, corredores movimentados e outras tantas portas fechadas, a candidata ao Governo do Distrito Federal Paula Belmonte (PSDB) percorreu, na manhã deste domingo (13), as Feiras Permanentes do Setor O e da Guariroba, em Ceilândia. Nas conversas com feirantes e frequentadores, três temas se repetiram: as dificuldades na saúde pública, as necessidades das escolas e a insegurança enfrentada por quem trabalha nas feiras.
Na saúde, uma das principais queixas foi a demora para conseguir cirurgias. Paula afirmou que pretende reorganizar as filas de acordo com prioridades, demandas e tipos de procedimento, além de ampliar as equipes e modernizar os sistemas da rede pública.
“É preciso organizar a fila das cirurgias de acordo com a demanda. Nós queremos contratar médicos, enfermeiros, mas é preciso também modernizar os sistemas púbicos de saúde, trazendo transparência para a gestão da Secretaria de Saúde”, avaliou.
A educação pública também apareceu entre as demandas apresentadas durante a passagem por Ceilândia. Paula lembrou que, como deputada distrital, destinou emendas parlamentares a escolas públicas da cidade, mas ressaltou que esses recursos não substituem a responsabilidade do Executivo de garantir estrutura e condições adequadas de ensino.
“É importante que o GDF assuma essa responsabilidade. A Emenda Parlamentar é muito pouco perante o que é necessário nas escolas”, defendeu.
A realidade dos próprios feirantes foi outro ponto da agenda. Mesmo em um domingo, tradicionalmente um dos dias de maior movimento, Paula encontrou diversas bancas fechadas. Para a candidata, fortalecer esses espaços passa por oferecer condições para que os trabalhadores possam planejar seus negócios e investir com segurança.
Paula se comprometeu a dar mais estabilidade, previsibilidade e clareza às regras que envolvem a atividade dos feirantes no Distrito Federal. “O nosso governo vai trazer a segurança jurídica para os feirantes, pois, nós acreditamos no potencial produtivo das feiras e em toda essa comunidade que gera economia no Distrito Federal”, pontuou.