O que penso sobre

Transparência com o eleitor. Foi com esse espírito que criamos um espaço para expor, durante todo o mandato, opiniões sobre diversos temas de interesse nacional e local. Se você quer saber a minha opinião sobre qualquer outro assunto, manda uma mensagem para o nosso time.

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As crianças precisam estar assistidas desde a idade do berçário. Além dos estímulos educacionais a partir dos primeiros anos de vida, é uma questão socioeconômica. A mãe que matricula o filho em uma creche pode voltar à ativa e ser uma força de trabalho fundamental para a família. Educação na primeira infância é investimento.

A matriz produtiva do DF está concentrada no setor de serviços, que representa mais de 90% do nosso PIB. Enquanto isso, a indústria não alcança um décimo (aproxim. 5%) do somatório das riquezas geradas aqui. O setor agropecuário fica abaixo de 1% da atividade econômica local.

Esses números refletem o imenso desafio que é estabelecer um equilíbrio, por conta da natureza administrativa de Brasília, elevando o DF a um novo patamar de produtividade. Falta muito, principalmente em função da profunda crise econômica brasileira que vivemos entre 2015 e 2018.

Defendo o apoio ao investimento em infraestrutura, com recursos para essa área, e a promoção da qualificação profissional. Muitas vezes, há vagas no setor privado, mas não há mão de obra qualificada.

Também quero lembrar a força que o micro e pequeno empreendedor tem em nossa economia. São os que mais precisam de suporte para aumentar a produtividade, a competitividade, e ter capacidade de comercializar usando a tecnologia. Quero estar ao lado dessa imensa massa de geradores de riquezas.

Não adianta ter vagas para todos se o ensino for ruim. Mais qualidade na educação significa fazer investimentos conscientes e que gerem retornos reais para estudantes e professores. Além da contribuição do Estado, a educação pública pode ser abraçada pelas comunidades e pela iniciativa privada. Afinal, quanto melhor for a educação, melhor será o Brasil que construiremos.

Além disso, o jovem, ao concluir a educação básica, precisa ter o amparo do Estado para aprender uma profissão, seja no ensino técnico ou superior. Oferecer alternativas após o Ensino Médio é gerar emprego e geração de renda para mais pessoas.

Além do aumento de investimento na educação, o dinheiro público precisa ser investido de maneira eficiente. A mesma transparência que a população cobra das obras governamentais precisa ser utilizada nas compras para as escolas. Os impostos pagos pelo contribuinte devem estar nas mãos de quem tenha capacidade para administrá-los.

É imoral que os parlamentares sejam blindados na Justiça. Muitos deles respondem a processos por crimes graves e esperam julgamentos demorados no Supremo Tribunal Federal.

Todos queremos um futuro melhor. Mas como chegar lá se não permitimos que meninos e meninas vençam os obstáculos dos primeiros anos de vida? Proteger o desenvolvimento da criança na primeira fase da vida é assegurar o futuro que buscamos para a nossa sociedade. Com acolhimento desde a concepção é possível construir um novo país.

A primeira infância é atualmente uma pauta mundial. Porque é cada vez mais amplo o entendimento sobre a importância desta etapa da vida, que vai da gestação até os seis anos de idade. Os estudos apontam esse período como decisivo na constituição de um adulto equilibrado, com o pleno desenvolvimento intelectual, social e emocional.

Os estudos são cada vez mais claros: o período que vai da concepção aos seis anos influencia toda a vida do ser humano. É preciso olhar o desenvolvimento das crianças em todos os seus aspectos: família, escola, saúde, o brincar.

No entanto, no Brasil, os obstáculos à infância estão em diversas esferas. Na educação, na saúde, na segurança pública. Na família, no bairro, no município, no poder público e no ambiente privado. Para milhares de crianças, a fome e a desnutrição, entre tantos outros, ainda são desafios a serem vencidos.

A taxa brasileira de mortalidade infantil – crianças entre 0 e 5 anos – cresceu pela primeira vez em 15 anos, segundo os dados oficiais de 2016 (veja mais aqui). É um indicativo claro de que nossas crianças seguem em risco. Os desafios estão por toda parte, muito além dos números.

No DF, aliás, é possível encontrar milhares de exemplos de vulnerabilidade infantil andando muito pouco. A poucos quilômetros do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto, existem comunidades muito carentes, sem saneamento básico, rede elétrica ou asfalto. Além da vida doméstica em condições precárias, milhares de crianças estão privadas de acesso a creches. Em 2018, o déficit na capital do país atingia mais de 20 mil crianças.

Para saber mais:

Marco legal da primeira infância

Estatuto da Criança e do Adolescente

Está claro que tanto o sistema socioeducativo como o sistema prisional precisam passar por uma grande revisão e adequação. Os adolescentes que se encontram em situação de restrição de liberdade, atualmente, estão em sua maioria privados de acesso à educação de qualidade e outras condições essenciais a um desenvolvimento pleno e positivo, conforme prevê a legislação brasileira.

O número de vezes que um parlamentar pode ser reeleito para o mesmo cargo tem que ser limitado. A falta de renovação faz com que muitos projetos de lei de interesse da população sejam esquecidos. Os mesmos no poder também perpetuam velhas ideias e práticas, o que prejudica a democracia. O modelo ideal seria que cada deputado pudesse se reeleger apenas uma vez. Já os senadores, que têm mandato de oito anos, seriam proibidos de concorrer novamente ao cargo.

Necessária e urgente. A previdência é um emaranhado complexo, com direitos adquiridos que devem ser preservados, por um lado, e abusos e excessos a serem coibidos, por outro. Não quero advogar em favor de categoria a ou b. Entendo que há distorções e, principalmente, um déficit a ser corrigido. Deve ser feita uma auditoria ampla para tenhamos clareza sobre a situação.

Penso que a reforma realizada poderia ter ido mais longe. Porém, foi um avanço importante no sentido de atualizar a legislação ao novo perfil do mundo do trabalho. Já é tempo de modernizarmos as relações entre empregadores e empregados, para nos adaptarmos a um mundo onde o profissional é cada vez mais multifuncional, conectado, independente e empreendedor.

Há diversas maneiras de preservar direitos e oferecer garantias sociais. Mas tenho certeza de que é nada é mais eficaz, do ponto de vista social, do que diversificar e ampliar as oportunidades de trabalho. As pessoas querem dignidade e isso se garante com trabalho e renda.

É uma das mais urgentes reformas que o país precisa enfrentar. O nosso sistema tributário é todo baseado em consumo e quem mais sente é quem ganha menos. Por outro lado, o empresário brasileiro gasta em média 2,6 mil horas por ano com obrigações acessórias impostas pelas normas tributárias. Isso resulta em aumento de custo em toda a cadeia produtiva.

Busco no Congresso a simplificação e a justiça tributária. Vivemos um tempo de grandes avanços tecnológicos, o que possibilita modernizar radicalmente o nosso sistema tributário, otimizando o processo de arrecadação, combatendo a sonegação e promovendo, inclusive, a redução da carga tributária. Eu acredito que isso é possível.

Não é compatível com a realidade do país. Se, em plena capital federal, há miséria e fome, como os representantes do povo brasileiro podem abusar do dinheiro do contribuinte?

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